domingo, 29 de abril de 2012
XVII Simpósio Baiano de Pesquisadoras/es sobre Mulheres e Relações de Gênero
Quando:14 a 16 de maio de 2012
Onde: Auditório da Escola Politécnica / UFBA
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas/UFBAReitoria/UFBA
TEMA: "Os Estudos Feministas e de Gênero e as Matrizes da Desigualdade: Sexismo, Racismo e Lesbo-Homofobia"
PRAZOS:
Apresentação de propostas para comunicação: ATÉ 30/04/2012
Correspondência de aceite: 30/04/2012 - 07/05/2012
Inscrições de ouvintes (sem apresentação de trabalho): 13/05/2012
Para maiores informações: simposio.neim@gmail.com
Informações retiradas de :http://www.facebook.com/#!/events/145673105558817/
quinta-feira, 5 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) 2012
A sétima edição do Copene terá como tema “Os desafios da Luta Antirracista no século XXI”, e contará com a participação de pesquisadores nacionais e internacionais.
Encontra-se disponível no site do VII Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as (COPENE) todos os formulários para submissão de propostas de apresentação de comunicação coordenada (modalidade oral), apresentação de pôster de iniciação científica e propostas de minicursos/oficinas. As inscrições estarão abertas até o dia 23 de abril de 2012. O evento visa promover discussões sobre os processos de produção e difusão de conhecimentos ligados às lutas históricas empreendidas pelas populações negras nas diversas esferas institucionais e áreas do conhecimento.
Quando: 16 a 20 de julho de 2012
Quando: 16 a 20 de julho de 2012
Local: será sediado na cidade de Florianópolis - SC
Tema: “Os Desafios da Luta Antirracista no século XXI”
Homenageados: Vicente Francisco do Espírito Santo (in memoriam) e os professores Abdias do Nascimento (in memoriam), Lélia Gonzalez (in memoriam) e Kabengele Munanga
Texto retirado do site oficial: www.abpn.org.br/copene
Para mais informações: Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB)
Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Telefone: (48)3321-8525/8532
E-mail: viicopene@gmail.com
terça-feira, 27 de março de 2012
Matéria do Jornal Grande Bahia com o Pesquisador Prof. Dr. Osmundo Pinho sobre sua organização e publicação de estudos sobre o papel do negro na modernização do Brasil.
Osmundo Pinho, coordenador do mestrado em Ciências Sociais da Universidade Federal do Recôncavo da
Bahia (UFRB), em entrevista ao jornalista Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia, comenta sobre a importância cientifica da obra ‘Afro Rio Século XXI – Modernidade e relações raciais no Rio de Janeiro.’. Composta por artigos científicos de cinco pesquisadores sociais, organizada por Pinho e Rosana Heringer, o trabalho acadêmico resgata estudos realizados pela UNESCO em 1950.
Texto e imagem retirados do site do Jornal Grande Bahia.
Para a leitura completa da matéria e também da entrevista acessem :
sábado, 24 de março de 2012
Congresso Internacional Queering Paradigms
Quando: 25 a 28 de julho de 2012.
Onde: Rio de Janeiro.
O congresso internacional Queering Paradigms surgiu como uma estratégia acadêmico-político-científica de discutir e problematizar uma política homofóbica (mais tarde revogada) no campus da Canterbury Christ Church University, na Inglaterra no ano de 2008. Com um objetivo explicitamente inter/multidisciplinar, os congressos Queering Paradigms (QP), fundados pelo Dr. Burkhard Scherer, visam a discutir e problematizar os processos de normatização e de marginalização em sociedades contemporâneas. Desde sua primeira organização, as discussões giraram ao redor de questões identitárias (não-normativas) e as implicações teórico-analítico-metodológicas que os estudos sobre essas identidades impõem às áreas de estudo que sobre elas se debruçam. O etos QP é um espaço amigável e colaborativo para acadêmicxs estabelecidxs e aspirantes debaterem e co-construírem novos conhecimentos.
O objetivo do congresso é analisar o status quo atual e os desafios para o futuro dos Estudos Queer e dos Estudos LGBTIQ a partir de uma perspectiva ampla, inter/multidisciplinar, com vistas a problematizar/desestabilizar (i.e. queer) os discursos e os paradigmas das inter-disciplinas. As comunicações, conferências e mesas-redondas discutirão as possibilidades e os potenciais de abordagens teóricas, analíticas e metodológicas queer nas ciências sociais e humanidades e os desafios que tais abordagem colocam para a pesquisa, ativismo político, educação, saúde, direito, religião, linguagem e outras instituições sociais. Com isso, o congresso atrai várias disciplinas, como por exemplo, antropologia, sociologia, estudos da linguagem, teologia, ciência política, direito, medicina social, filosofia, geografia, psicologia social, reunindo, pelo apelo que a Teoria Queer e os estudos LGBTIQ tem internacionalmente, pesquisadores/as de vários países, constituindo, assim, um rico milieu para aprendizagem coletiva, desenvolvimento de agendas teórico-metodológicas para pesquisas de diferentes áreas e de problematização dos processos sociais, científicos e disciplinares de produção de normas e margens.
Para mais informações : http://alab.org.br/eventosalab/queering/pag.php?view=article&id=98
Texto retirado do site oficial do evento.
quinta-feira, 22 de março de 2012
IV SIALA Seminário Internacional acolhendo as línguas Africanas
Quem promove: Universidade do Estado da Bahia- UNEB.
Onde: UNEB - Salvador -BA.
Quando: 29 a 31 de agosto de 2012.
Apresentação:
A realização do evento visa despertar na comunidade acadêmica brasileira o interesse pelos estudos das línguas e culturas africanas mostrando a sua importância para a formação e sentido do Brasil.
O continente africano, esquecido e marginalizado por muitos, vem provocando o interesse de inúmeros
pesquisadores contemporâneos, sendo tomado como base para se estabelecer profundas discussões sobre a diversidade étnica e o modo como as hierarquias de base étnico-raciais são reiteradas. Discutir sobre a influencia da África no Brasil é reconhecer a necessidade de se refletir sobre história e os mitos que foram estabelecidos em torno do nosso descobrimento e sobre conceitos cristalizados de raça, etnia, nação e nacionalismo. O estudo dessas questões nos mostra a urgência de se recontar a história e dar voz aos cantos silenciados.
Conhecer a África é abrir os olhos a matrizes que interferem no nosso modo de ser e estar no mundo.
Frequentemente associadas às fronteiras do preconceito, as culturas africanas foram relegadas, historicamente, a uma imagem pejorativa e destrutiva do escravo, sempre considerado inferior do ponto de vista cultural e,consequentemente, do ponto de vista social e humano. Essa visão ideológica e equivocadadeu margem à emergência de estereótipos sobre os negros através de um clichê aviltado e simplificado. Entretanto,hoje vários estudos são desenvolvidos voltando-se para a reversão dos estereótipos e a produção de identidades minoritárias como construção sociais complexas e em continua transformação.
É preciso entender a sociedade brasileira a partir das diferenças e ler a historia não como uma totalidade fechada para que se possa tirar da clandestinidade muitos atos que foram camuflados pelo pensamento dominante europeu, pois a cultura, sejam quais foram as características ideológicas ou idealistas das suas manifestações, é uma elemento essencial da História de um povo.( Amilcar Cabral).
Nesse sentido, o evento tem como objetivos:
- Discutir sobre a influencia da África no Brasil; através das Imagens e Linguagens.
- Discutir a importância desses estudos para o entendimento da formação e sentido do Brasil.
- Discutir a importância cultural entre a UNEB e diversos centros culturais e de pesquisa em africanias.
- Incentivar o interesse de estudantes e professores para participar de missões culturais em países africanos e ocuparpostos de leitorados brasileiros já existentes em varias universidade africanas.
O continente africano, esquecido e marginalizado por muitos, vem provocando o interesse de inúmeros
pesquisadores contemporâneos, sendo tomado como base para se estabelecer profundas discussões sobre a diversidade étnica e o modo como as hierarquias de base étnico-raciais são reiteradas. Discutir sobre a influencia da África no Brasil é reconhecer a necessidade de se refletir sobre história e os mitos que foram estabelecidos em torno do nosso descobrimento e sobre conceitos cristalizados de raça, etnia, nação e nacionalismo. O estudo dessas questões nos mostra a urgência de se recontar a história e dar voz aos cantos silenciados.
Conhecer a África é abrir os olhos a matrizes que interferem no nosso modo de ser e estar no mundo.
Frequentemente associadas às fronteiras do preconceito, as culturas africanas foram relegadas, historicamente, a uma imagem pejorativa e destrutiva do escravo, sempre considerado inferior do ponto de vista cultural e,consequentemente, do ponto de vista social e humano. Essa visão ideológica e equivocadadeu margem à emergência de estereótipos sobre os negros através de um clichê aviltado e simplificado. Entretanto,hoje vários estudos são desenvolvidos voltando-se para a reversão dos estereótipos e a produção de identidades minoritárias como construção sociais complexas e em continua transformação.
É preciso entender a sociedade brasileira a partir das diferenças e ler a historia não como uma totalidade fechada para que se possa tirar da clandestinidade muitos atos que foram camuflados pelo pensamento dominante europeu, pois a cultura, sejam quais foram as características ideológicas ou idealistas das suas manifestações, é uma elemento essencial da História de um povo.( Amilcar Cabral).
Nesse sentido, o evento tem como objetivos:
- Discutir sobre a influencia da África no Brasil; através das Imagens e Linguagens.
- Discutir a importância desses estudos para o entendimento da formação e sentido do Brasil.
- Discutir a importância cultural entre a UNEB e diversos centros culturais e de pesquisa em africanias.
- Incentivar o interesse de estudantes e professores para participar de missões culturais em países africanos e ocuparpostos de leitorados brasileiros já existentes em varias universidade africanas.
Foto: Pierre Fatumbi Verger (1946)
Mais informações : http://www.cdi.uneb.br/siala/siala.html
ou : siala2012@gmail.com
Ps: Texto de apresentação retirado do site do evento.
terça-feira, 20 de março de 2012
Exposição Transit
Quando :De 19 de março a 29 de abril
Onde :Museu de Arte Moderna da Bahia, Avenida Contorno. Salvador, Bahia.
Horário de visitação: Terça a domingo, das 13h às 19h, e sábados, das 13h às 21h
Entrada gratuita
Mais informações no site: http://www.mam.ba.gov.br/
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